iPhone 5S: leitor de digital é seguro e precisa de dedo vivo para funcionar

Uma semana após o lançamento do iPhone 5S e a confirmação do leitor de digitais no aparelho, a Apple se viu obrigada a esclarecer quais são os protocolos de segurança do dispositivo, como forma de tranquilizar seus clientes sobre o uso dessa ferramenta.







Uma das preocupações mais comuns entre os usuários é que a digital armazenada na memória do iPhone poderia ser roubada e hackeada, seja por agentes governamentais ou por criminosos, com diferentes fins e objetivos.






Em tempos de vigilância e espionagem, é possível compreender essa preocupação. Afinal, será que o governo americano não poderia usar a plataforma para conseguir informações sobre os hábitos dos cidadãos, ainda mais tendo certeza sobre quem utiliza o aparelho?

A Apple afirma, no entanto, que o leitor não armazena imagens da digital, e sim dados criptografados que jamais poderiam ser roubados, seja vasculhando a memória do aparelho ou pelo uso de um app de terceiros.

Dedos cortados


A outra questão abordada responde a um medo de que o novo dispositivo de segurança do aparelho poderia levar a saques ainda mais violentos por ladrões – que, para fazer o iPhone 5S funcionar, cortariam fora o dedo dos usuários.


Esse medo alude a um caso de roubo de carro anos atrás, em que ladrões cortaram o dedo do dono de uma Mercedes, na Malásia, para fazer o veículo funcionar.





A Apple garante, porém, que o Touch ID só reconhece dedos vivos. O sensor utiliza sinais de rádio que detectam as camadas subepidérmicas da pele, o que significa que é necessário que o dedo esteja vivo e conectado ao corpo do usuário.

“Ninguém nesse ramo quer saber de dedos cortados e corpos mortos, mas ainda temos que tirar o medo dos consumidores e fazê-los entender que um dedo cortado não vai funcionar no aparelho”, diz um especialista da Validity Sensors, empresa que fabrica leitores de digitais.

Será que essas explicações vão dar aos consumidores mais confiança para utilizar o novo iPhone? É possível acreditar na palavra da empresa sobre a criptografia dos dados? E o medo de ter os dedos cortados, é amenizado? Ou você teme que ladrões cortem seu polegar mesmo assim, na ignorância sobre a segurança dessa tecnologia?

Fonte: Tecmundo






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