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Facebook explica tecnologia para exibição de vídeos em 360 graus



A chegada dos vídeos em 360 graus representou a grande entrada do Facebook no mundo da realidade virtual, um aspecto que, inclusive, tem como grande entusiasta o próprio fundador da empresa, Mark Zuckerberg. A empresa chegou a adquirir a Oculus VR, um dos principais nomes do setor, e, apesar de deixá-la operando de maneira independente, também não se fez de rogada na hora de fazer incrementos na tecnologia, de forma a melhorá-la.


E é justamente isso que é exibido agora em um vídeo oficial postado na rede social pelo próprio Zuckerberg. No clipe, o Facebook explica de maneira simples como conseguiu melhorar o aspecto dos vídeos em 360 graus, sem esticar os pixels que aparecem nas partes superior e inferior da imagem, e obtendo um ganho de espaço em servidor que por si só já é importante, mas também reflete em maior velocidade de carregamento. 
A comparação é feita com um mapa mundi, onde o continente Antártico sempre aparece distorcido devido ao formato chapado da imagem. Pensando nisso, o Facebook utilizou uma tecnologia emprestada do mundo dos games e da modelagem 3D e aplicou as cenas em movimento em um cubo, com cada uma das seis faces representando o ponto de vista do usuário. Quando ele se mexe, o processamento entra em ação para alterar a perspectiva em tempo real, sem distorcer o clipe.

Assim, a empresa foi capaz de manter resolução e taxa de quadros por segundo inalteradas independentemente de para onde o usuário está olhando, e ainda obter um vídeo de maior qualidade ocupando 25% menos espaço nos servidores. Uma redução que, como aponta o próprio vídeo, é extremamente importante quando se opera em uma “escala Facebook”.
A importância dessa otimização é representada em números. Mark Zuckerberg não disse exatamente quantos vídeos em 360 graus estão disponíveis na rede social, mas afirmou que atualmente o consumo desse tipo de mídia está em uma média de oito bilhões de visualizações diárias em todo o mundo. Para se ter uma noção, em janeiro de 2015, eram “apenas” um bilhão.



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